No blog Olhar Santista, apresento a vocês meus Trabalhos Fotográficos , Documentários de Fotografia e de Grandes Fotógrafos, dicas de Livros de Fotografia , entre outros assuntos ligados à Fotografia de Arte.
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Reencontrando Paraty
Paraty aqui tudo começou para mim
É engraçado como a vida nos reserva certas surpresas, nos últimos dois anos eu estava com tudo planejado para ir a Paraty e participar do Festival Paraty em Foco e inesperadamente algo me impedia de ir.
Esse ano, que eu acreditava ser impossível a minha ida, recebi um convite de um querido amigo e a ajuda de meu querido irmão Ricardo, e lá fui eu ao local que me fez conhecer, há 34 anos atrás, o poder da fotografia.
Paraty é uma cidade do litoral fluminense que em si já é maravilhosa, faz parte do Patrimônio Histórico e Cultural Nacional desde 1958, devido a preservação de seu Centro Histórico que é considerado pela UNESCO o conjunto arquitetônico colonial mais harmonioso. Andar por ele é uma viagem no tempo, suas ruas feitas de pedras pé de moleque nos faz caminhar devagar, talvez para que nada passe desapercebido.
Além de toda sua história, Paraty tem também sua beleza natural e praias lindas (são quase 50) e o Ecoturismo.
Foi em Paraty que há cerca de 34 anos atrás eu fotografei pela primeira vez, e percebi o poder dessa Arte.
Quando vi uma foto da Igreja de Santa Rita que havia feito em uma tela pintada por meu primo Benê, foi um despertar. Mas a fotografia ficou guardada por anos e só a partir de 2009 eu resgatei essa paixão.
Se visitar Paraty já é fantástico, para um amante da fotografia, visitá-la em pleno Festival Paraty em Foco, é sensacional.
Poder sair pelas suas ruas, câmera na mão e nenhum medo de ser abordado por um ladrão e se preocupar apenas em aproveitar cada detalhe da cidade.
Olhar para o lado e ver fotógrafos renomados como Adriano Mascaro, Luiz Garrido, Renan Cepeda, entre outros, e compartilhar o mesmo espaço.
Poder ver diversas exposições como a surpreendente Véus de Thales Leite ou a maravilhosa exposição dos fotógrafos Wilson Bacelar e Roberto Soares-Gomes ou ainda a exposição de João Miranda um fotógrafo paratiense.
Isso sem falar das inúmeras exposições feitas nas paredes dos casarios do Centro Histórico e dos diversos painéis espalhados pela cidade e que nos faz viajar pelas várias vertentes da fotografia.
O tema desse ano no 8ºParaty em Foco é A Arte da Fotografia como Documento, teve diversas palestras com artistas internacionais e nacionais como pode ser visto no site do Festival.
Além disso a oportunidade de participar de workshops e a leituras de portifólios .
Enfim, o Festival é hoje o maior evento de fotografia do país, esse ano fui sem programar mas já estou me preparando desde já para o ano que vem.
Programe-se você também e nos encontramos lá.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Fim de semana cultural
Ainda me recuperando fisicamente do fim de semana, mas apesar do cansaço totalmente feliz com o que vivenciei.
O programa se iniciou na sexta cedinho , pé na estrada rumo ao 8º Paraty em Foco, cheguei na pousada por volta das 13hs e em menos de meia hora lá estava eu pelo Centro Histórico admirando e registrando todas as belezas de Paraty.
O programa se iniciou na sexta cedinho , pé na estrada rumo ao 8º Paraty em Foco, cheguei na pousada por volta das 13hs e em menos de meia hora lá estava eu pelo Centro Histórico admirando e registrando todas as belezas de Paraty.
Pelas ruas pavimentadas de pedras "pé de moleque", tem esse nome por ter sido feita pelas crianças escravas, segundo os populares.
Passear por elas só é possível à pé ou em charretes, todo o Centro Histórico é proibido aos carros para preservar o Patrimônio.
Foi lá que descobri a fotografia, isso há 34 anos atrás, quando visitei pela primeira vez a cidade com meu primo Bene.
Ele um artista com espátula e óleo, que me levou a cidade para lá fotografar e depois reproduzir as imagens em suas telas.
Quando vi, a foto que eu havia tirado da igreja das Dores, pintada numa tela, tive duas certezas a primeira que jamais teria talento para a pintura e a outra a certeza que um dia eu poderia sonhar em ter a fotografia em minha vida.
Quando vi, a foto que eu havia tirado da igreja das Dores, pintada numa tela, tive duas certezas a primeira que jamais teria talento para a pintura e a outra a certeza que um dia eu poderia sonhar em ter a fotografia em minha vida.
Passados mais de 30 anos eu resgatei essa certeza e entrei nesse mundo fantástico da Arte Fotográfica.
Claro que tenho muito que aprender, mas hoje a fotografia faz parte da minha vida e não saberia mais viver sem ela.
Um dos meus objetivos, era recriar a foto que havia tirado anteriormente, e lá fui eu para a Igreja Santa Rita.
A maré estava baixa e não havia muita água nas ruas, Paraty foi construída de tal forma que a maré alta invade as ruas durante a maré alta, devido ao seu nível ser quase que ao nível do mar.
Apesar de não ser exatamente a mesma imagem fiquei satisfeito, quem sabe em outra oportunidade, com mais água.
Um dos meus objetivos, era recriar a foto que havia tirado anteriormente, e lá fui eu para a Igreja Santa Rita.
A maré estava baixa e não havia muita água nas ruas, Paraty foi construída de tal forma que a maré alta invade as ruas durante a maré alta, devido ao seu nível ser quase que ao nível do mar.
Apesar de não ser exatamente a mesma imagem fiquei satisfeito, quem sabe em outra oportunidade, com mais água.
De repente me lembrei do dia em que havia estado pela primeira vez em Paraty, e algo não se encaixava.
Me lembrei que eu havia andado por uma praia e que havia um banco de areia que separava a praia do rio que desaguava no mar, estava na igreja errada, rapidamente me dirigi a igreja das Dores, e ali sim relembrei a foto.
Feita a foto, fui curtir um pouco mais de Paraty, mas sobre isso falarei em outra postagem, em breve, deixo algumas imagens pra voces curtirem um pouco mais.
Após curtir um pouco de Paraty e do Festival, deixei a cidade, no sábado no último ônibus rumo à São Paulo, a vontade de ficar mais era grande mas algo muito importante para mim me esperava em São Paulo, no domingo às 15hs meu caçula faria o primeiro show da Banda Mutus onde ele é baterista, em pleno Minhocão.
Cheguei em São Paulo , domingo com os primeiros raios de sol surgindo, aproveitei para fazer uma visita ao meu primo que expõe na Feira de Artes da Pça da República, aproveitei pra mostrar um pouco o material que havia fotografado e que talvez tenham como destino suas telas.
Aproveitando o tempo que tinha, raro ultimamente, segui para o Ibirapuera, afinal está acontecendo a 30ª Bienal de São Paulo,
em outra postagem falarei um pouco da Bienal.
Algumas horas depois, cansado mas maravilhado com o que vi, resolvi relaxar um pouco no parque Ibirapuera.
Refeitas as energias, lá fui eu para o Minhocão curtir um super show da Mutus, pai de músico é coruja mesmo, mas o certo é que eles levam muito jeito pra coisa, confiram no site e na EP que está disponível para dowload gratuito.
Em breve farei novas postagens, há muito material a ser editado e o tempo é meio curto, mas a medida que for tento alguma coisa nova postarei aqui e no meu Flickr, até a próxima, e espero seus comentários.
Um agradecimento especial ao amigo Clywton Oliveira.
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